quarta-feira, janeiro 27, 2010

Primeira Igreja Adventista no Golfo

Os adventistas do sétimo dia na região do Oriente Médio antecipam adorar em seu primeiro templo permanente até o fim do ano, oficiais denominacionais locais disseram numa cerimônia de lançamento de pedra fundamental, dia 8 de janeiro.

Victor Harewood, dirigente denominacional para os Emirados Árabes Unidos e Omã, juntamente com 250 membros da Igreja locais reuniram-se no terreno em Ras Al Khaimah para o lançamento da pedra fundamental, iniciando oficialmente os trabalhos de construção.

Ras Al Khaimah é um dos sete emirados nos EAU. O seu príncipe e governante, Shaikh Saud Bin Saqr Al Qasimi, aprovou o projeto do templo em 2008.

"[A iniciativa] concederá aos adventistas registro e reconhecimento oficiais ... e condições de ter o seu próprio edifício de igreja", disse Rajee Mathew, gerente do projeto de construção.

Anteriormente os adventistas se reuniam em lares dos membros ou espaços alugados para culto de propriedade de outras denominações cristãs.

Adventistas locais participam do lançamento da pedra fundamental de seu primeiro templo na região do Golfo, Oriente Médio.
Os oficiais denominacionais esperam que a construção do edifício de três andares se complete em 8 meses. O primeiro nível deverá abrigar um salão de cultos com capacidade para 500 assentos.

O edifício também servirá como sede da seção do Golfo da Igreja Adventista do Sétimo Dia, explicou Harewwod, com espaço reservado para residências e escritório para o pessoal administrativo. A região compreende a Arábia Saudita, EAU, Kueite, Catar, Bahrain, Omã e Iêmen.

"Todos estamos muito emocionados com este progresso e oramos para que o projeto seja o início de uma nova era para nossa Igreja nesta parte do mundo", declarou Johann E. Johannsson, tesoureiro para a região Trans-Européia que administra a Seção do Golfo.

Apoio da região Trans-Eruopeia, bem como da União do Oriente Médio e da sede mundial da denominação ajudará a cobrir o custo previsto para o edifício -- aproximadamente 3,2 milhões de dólares, com adicional de 170.000 para mobiliá-lo e equipá-lo.

Com o reconhecimento que o edifício concederá à Igreja Adventista na Seção do Golfo os adventistas finalmente "serão capazes de organizar os trabalhos da Igreja na região", disse Kjell Aune, presidente denominacional para a União do Oriente Médio.

Ras Al Khaimah, United Arab Emirates, para ANN (27 Jan 2010)

sábado, janeiro 23, 2010

Crescimento com Qualidade e Quantidade em 2009

Brasília, DF... [ASN] A secretaria da Divisão Sul-Americana fechou seus relatórios com números animadores. Depois de regularizar toda a situação da secretaria, e finalizar os números após os grandes eventos que mobilizaram os membros em 2009, a Igreja cresceu 10,1% a mais do que no ano anterior.

Somos 2.380.278 adventistas distribuídos em oito países sul-americanos. Já possuímos 73.793 Pequenos Grupos em plena atuação; 18.724 igrejas que possuem o ministério da oração intercessória; temos 129.677 duplas missionárias atuantes; 22.245 classes bíblicas trabalhando; 11.972 igrejas que têm o ministério da recepção plenamente organizado; além das outras frentes missionárias. Para 2009 o foco, segundo o líder de Ministério Pessoal da Igreja para a América do Sul, pastor Jolivê Chaves
, será estabelecer nas congregações o “Ciclo de Discipulado”.
Atualmente a Igreja precisa de 10,5 membros para batizar uma pessoa. O pastor Jolivê comemora o fato de este número estar reduzindo a cada ano, “em 2007 eram necessários 11,5 membros para cada batismo”.

O líder sul-americano da Igreja, pastor Erton Köhler, comenta que a alegria da administração da Igreja está no fato de ver o envolvimento de todos os adventistas nas grandes campanhas que têm procurado levar esperança para um mundo sem perspectivas para o futuro. “A Igreja cresce com qualidade porque os membros trabalham organizados e com o coração na pregação do evangelho”. [Equipe ASN – Márcia Ebinger

Seg, 28 de Dezembro de 2009 09:14

quinta-feira, outubro 15, 2009

1 milhão de Membros a Mais por Seis Anos Seguidos

Mais de 1 milhão de pessoas uniu-se à Igreja Adventista do Sétimo Dia durante o ano que findou em 30 de junho de 2009, assinalando o sexto ano consecutivo de ganho de um milhão de membros, declararam oficiais da Igreja.

Dirigentes denominacionais disseram que uma média de 2.818 pessoas uniu-se diaramente à Igreja, elevando o total de membros batizados por todo o mundo para 16.049.101. Os líderes da Igreja inicialmente haviam projetado uma membresia mundial de 17 milhões em 2009. Contudo, em parte devido a correção em relatórios de membros de várias regiões eclesiásticas, o total de membros permaneceu em 16 milhões, disse Matthew Bediako, secretário da Igreja.

Bediako declarou que uma auditoria recentemente completada na região da América do Sul resultou numa redução de 300.000 membros. Durante o seu relatório Bediako incentivou as duas ou três regiões que ainda têm auditorias a fazer a "reunir coragem e fazer isso". "Sei que algo bom resultará quando sabe que o seu registro de membros é preciso", comentou ele.

Bert Haloviak, diretor do Escritório de Arquivos e Estatísticas da denominação disse que uma auditoria às vezes é acompanhada de um período de rápido crescimento. Haloviak citou o crescimento de membros na região da Ásia Meridional-Pacífico, que aumentou mais de 6 por cento durante os últimos quatro trimestres. Essa região passou por auditorias de membros de 2006 a 2007 e desde então aumentou o seu número de membros mais do que em qualquer outra época durante sua história, informou Haloviak.

Embora a América do Sul haja registrado perdas significativas devido a auditorias de membros, a região também registrou um aumento total de mais de 200.000, relatou Bolivar Alana, secretário para a Igreja na América do Sul.

Bediako e Haloviak apresentaram as suas constatações durante um relatório para a sessão de negócios do Concílio Anual da Igreja a nível mundial em 11 de outubro, na sede denominacional em Silver Spring, Maryland, EUA.

Os padrões de crescimento da Igreja indicam que a maior parte desse crescimento teve lugar em sociedades não-ocidentais. Cerca de 71 por cento do crescimento da Igreja ocorreu em cinco das 13 regiões administrativas mundiais -- América do Sul, América Central, África Centro Oriental, África Meridional-Oceano Índico e Ásia Meridional.

Dirigentes denominacionais atribuíram o crescimento da Igreja a uma variedade de iniciativas levadas a cabo pelas principais regiões eclesiásticas, inclusive atividades de mídia, testemunho pessoal e evangelismo público.

Megan Brauner/ANN

quinta-feira, maio 21, 2009

"Batismo Não É o Fim da Estrada"


Embora seja mais conhecido entre colegar por apresentar anúncios nas reuniões administrativas com bom-humor, G.T. Ng tem uma mensagem sobre crescimento de Igreja que não poderia ser mais séria.

Durante suas viagens ao redor do mundo, Ng, secretário-associado para a Igreja Adventista do Sétimo Dia, tem uma apresentação particular que ele gosta de cumprir. O primeiro slide diz, "Infanticídio: Destino dos Recém Nascidos". Uma foto de uma mãe sorridente segurando um bebê aparece sobre a tela do salão de conferências. "Antes do batismo prodigalizamos os candidatos [para batismo] com amor e atenção", Ng lê. "Depois do batismo, muitos novos bebês em Cristo são deixados a afundar ou nadar".Para alguém como Ng, os que afundam e nadam são surpreendentemente óbvios.

As responsabilidades de seu trabalho incluem a análise de membresia da Igreja e dados sobre dízimo para várias das regiões mundiais e compartilhar as suas descobertas. Por exemplo, ele mostra os registros de membros dos anos de 2001 a 2005. Ele não revela de onde são os registros, mas é uma subseção da Igreja Mundial que opera com fundos propiciados pela Igreja, ou uma "união missão". Áreas auto-sustentáveis são referidas como "uniões conferências" [na terminologia em inglês]. Em 2002, os números de membros para a região dispararam. Em 2003, contudo, a mesma área perdeu mais de 13.000 membros."Se percebo quedas ou aumentos drásticos, pergunto-me por quê", diz Ng. Nesse caso citado, a união missão "limpou os livros" no ano anterior -- removendo membros que se transferiram, que pediram que seus nomes fossem removidos, ou não mais praticam a fé adventista.

O procedimento de atualizar os livros está finalmente tomando forma na Igreja Adventista do Século 21. O Paquistão foi a primeira área da Igreja Mundial a realizar uma auditoria de membros desde o início dos anos da década de 1900, declara Bert Haloviak, diretor do Escritório de Arquivos e Estatísticas para a Igreja Adventista. A auditoria inicial no Paquistão teve lugar em 1998, com áreas por todo o mundo seguindo-se logo depois, disse Haloviak. A maioria das regiões eclesiásticas completou auditorias nos últimos dez anos, inclusive a maior parte da Ásia, África, América do Sul e Europa.A Índia é o único país que nunca realizou uma auditoria de membros, declara Ng. E a Índia é o seu próximo destino. Durante sua viagem em junho, ele educará dirigentes da Igreja local de três uniões sobre a importância de limpar os registros de membros, bem como ensinar os melhores métodos para realizar isso."A maior parte das áreas percebe isso como a coisa certa a fazer", declara Ng. Ele diz que espera ver todas as regiões eclesiásticas participando.

Pedir auditorias de membros é um assunto delicado, admite Ng."Muitos encaram a perda de membros como uma perda de imagem", comenta ele, mas acrescenta que encarar a realidade é mais importante. Seja por apatia ou por deliberada negligência, os membros da Igreja têm causado a morte espiritual de muitos novos crentes, e uma auditoria de membros revela claramente quantos membros se foram.

Como as apresentações de Ng mostram, a perda de membros pode ser elevada. O sub-secretário para a Igreja a nível mundial, Larry Evans, declara que dar enfoque exagerado a um único aspecto do crescimento, como o aumento de membros, tem desempenhado uma parte na perda de novos membros.

No atual modelo administrativo, os pastores e administradores somente recebem crédito por novos membros acrescentados.

"Creio que precisamos perguntar não só quantos estamos batizando, mas quantos estamos restaurando", opina Evan. "Estamos apenas falando sobre um aspecto, somente tratando sobre evangelismo".Ao final de todas as suas apresentações, Ng conclui com este pensamento: Jesus não tinha a intenção de que o batismo fosse o fim de nossos esforços evangelísticos.

Muitos membros da Igreja confundem o acréscimo de novos membros com fazer discípulos -- o processo de nutrir e desenvolver que deve perdurar após uma pessoa vir para a igreja, declara Ng. "Ir, batizar e ensinar contribuem para o cumprimento da comissão, e não são um fim em si mesmos".

22 Apr 2009, Silver Spring, Maryland, United States - Megan Brauner/ANN
Fonte: Rede Adventista de Notícias

sábado, março 07, 2009

Crescimento da IASD na América do Norte

Desde 30 de setembro, há 1.097.217 membros da Igreja Adventista do Sétimo Dia na América do Norte, disse G. Alexander Bryant, secretário da Igreja na América Norte, num relatório de abertura das reuniões de fim do ano da região, em Silver Springs, Maryland, na semana passada. Os dados representam uma proporção de um adventista do sétimo dia para cada 312 pessoas na América do Norte, ele comentou.

Isto representa um aumento líquido de 12.379 membros acima dos 1.084,838 em registro pelo fim de 2008, segundo estatísticas em arquivo nos escritórios de Bryant.

Durante 2008, Bryant disse, 7.353 membros faleceram, e outros 14.687 ou foram eliminados dos registros de Igreja ou não podem ser localizados. Hoje, membros norte-americanos da Igreja cultuam semanalmente em 6.005 igrejas e congregações nos Estados Unidos, Canadá e Bermudas.

Numa escala global, contudo, o crescimento da Igreja é mais positivo do que os números iniciais poderiam sugerir, Bryant explicou. A taxa atual de crescimento é 2,13 por cento, Bryant explicou, acima de 1,44 por cento em 2004, e 1,97 por cento em 2007. (Os índices de crescimento são mudanças na membresia entre o começo do ano e o fim do ano, mostradas como percentuais).

De 30 de junho de 2008 a primeiro de julho de 2009, uma média de 116,8 pessoas uniram-se à Igreja na América do Norte por dia por batismo ou profissão de fé. Isto é 4,1 por cento das 2.818,1 pessoas que se uniram à Igreja Adventista a nível mundial por dia durante aquele período, para um total global de 1.029.206 membros. A membresia mundial da Igreja Adventista desde fim de setembro estava em pouco acima de 16 milhões, informaram dirigentes da Igreja a nível mundial.


Evangelismo "está acontecendo por toda parte da nossa [região]", comentou o presidente regional Don C. Schneider na semana passada.
O relatório de Bryant seguiu-se a uma apresentação de Don C. Schneider, presidente da Igreja Adventista norte-americana, na qual destacou um número de iniciativas de evangelismo em todas as partes da região, que abrange três nações. Entre as mais notáveis foi a campanha intitulada Claim L.A. [Reivindique L.A.], tendo como principal orador o diretor e orador de 'Está Escrito', Shawn Boonstra, visando a alcancar quase 14 milhões de pessoas que vivem em Los Angeles.

Mas evangelismo "está acontecendo por todas as partes da nossa divisão ... todo lugar", disse Schneider. "Novas igrejas estão começando, e ... houve mais batismos neste ano do que tivemos em muitos anos."

Mark A. Kellner, Editor de Notícias, Adventist Review/ANN

Novo Diretor do Centro Adventista de Estudos Muçulmanos

Lester Merklin, antigo diretor do instituto de missão assumiu o seu novo posto em 1º. de dezembro como chefe do Centro Global da Igreja Adventista de Relações Com Muçulmanos

O centro é uma das cinco operações de estudo religioso do Escritório de Missão Global da Igreja Adventista estabelecido para construir pontes de entendimento entre a Igreja Adventista e as principais religiões mundiais.

O centro compõe-se de Merklin, que também continuará como membro do corpo docente da Universidade Andrews, em Berrien Springs, Michigan. Merklin, de 61 anos, serviu de pastor e professor de seminário nos Estados Unidos, Belize, Paquistão e Filipinas. Mais recentemente foi diretor do Instituto de Missão Mundial, da denominação, que oferece treinamento a funcionários transculturais da Igreja. Ele tem um mestrado em Divindade pela Universidade Andrews e um doutorado em ministério pela Escola de Divindade da Trinity School, em Deerfield, Illinois.

"O centro tem um papel importante a desempenhar para auxiliar os adventistas a entenderem o Islã", explicou Merklin. "Temos uma posição única para conversar com os nossos amigos muçulmanos por causa da nossa ênfase mútua na realização da vontade de Deus, expectativa pela vinda de Cristo, espera por um dia do juízo, e por seguir as leis de saúde bíblicas".

O Islã é a segunda maior religião do mundo com aproximadamente 1.5 bilhão de crentes. Como religião dominante em muitos países do Oriente Médio e Ásia, o Islã também está experimentando crescimento na Europa e América Norte, Merklin disse.

Merklin substitui a Jerald Whitehouse, que deixou a direção em junho.

"A sua experiência em comunicação transcultural será um trunfo em ajudar os membros da Igreja a desenvolver habilidades de alcançar os não-alcançados", disse Ganoune Diop, diretor dos Centros de Estudo do Escritório de Missão Adventista.

Os outros quatro centros de estudo religioso da Missão Global operados pelo Escritório da Missão Adventista é o Centro de Amizade Judaica em Israel, o Centro de Estudos Budistas na Tailândia, o Centro de Estudos Hindus na Índia, e o Centro de Estudos Seculares e Pós-Modernos na Inglaterra.

Rick Kajiura/Adventist Mission/ANN

Crescimento da IASD na Região Euro-África

O crescimento da Igreja na região da Euro-África está estagnado, dizem líderes da Igreja. A região, que rodeia o Mar Mediterrâneo, é onde vivem cerca de 176.000 adventistas em meio a uma população de 600 milhões, ou cerca de um membro da Igreja para cada 3.356 pessoas.

Líderes regionais nas reuniões de fim de ano, realizadas na França, discutiram por que o secularismo e o pós-modernismo são obstáculos para o crescimento. Um estudo sobre a juventude adventista na região revelou desafios semelhantes, mas também que muitos deles estão se voluntariando para serviço, tanto no país quanto fora.

A região reflete uma membresia móvel. Por exemplo, metade dos membros da Igreja na Espanha originalmente procede da Romênia. A região Euro-África também apresenta oportunidades para alcance maior de outras fés -- a região abrange cerca de 50 milhões de muçulmanos, dizem líderes da Igreja.

Bruno Vertallier, presidente da região eclesiástica Euro-África respondeu algumas perguntas logo após as reuniões de fim de ano. Alguns trechos da entrevista com ele:

Rede Adventista de Notícias: Que tipo de ambiente de adoração a Igreja deve criar na sua região?

Bruno Vertallier: É o papel da Igreja oferecer um bom suporte espiritual de um modo que as pessoas sejam capazes de fazer experiências positivas e encontrar o seu lugar na Igreja.

RAN: Quais são algumas coisas do estudo sobre a juventude que o preocuparam?

Vertallier: Os jovens estão lendo a Bíblia cada vez menos mas parece que lêem menos livros em geral. O seu interesse está mais orientado aos novos meios de comunicação, como a Internet. Por isso, seria apropriado ter sites onde a Bíblia é apresentada de um modo mais atraente.

RAN: Quais são algumas de suas metas para a Igreja:

Vertallier: Missões é uma meta prioritária da Euro-África. Ter a oportunidade de acessar televisão num canal regular pela ASTRA para a nossa região é uma grande janela aberta para nossos territórios e para a Janela 10/40. A nossa meta deve ser multiplicar formas pelas quais possamos ser capazes de estender a mão às minorias, bem como aos nativos. Deus está concedendo maravilhosas oportunidades e queremos responder de um modo dinâmico.

RAN: Quais são alguns dos desafios que Igreja enfrenta na sua região?

Vertallier: O secularismo é [o maior] mas mediante a metodologia dos pequenos grupos podemos dizer que temos sido abençoados e cada vez mais congregações locais são incentivadas a seguir esse modelo. A Europa é também um mosaico [de culturas] e as igrejas são [orientadas] acolher bem outras culturas. Somos confrontados pela mesma realidade que na comunidade mas temos certeza de que o Senhor dará a todos um coração para misturar-se e descobrir quão bonito é trabalhar e compartilhar o Evangelho eterno com amor fraternal.

RAN: Por que a Itália e a Espanha são as áreas de crescimento mais rápido da Igreja na sua região?

Vertallier: A Espanha e a Itália tiveram incentivos para o seu crescimento. Esta é uma grande recompensa nos nossos campos aqui na Euro-África porque mostra que quando o evangelismo é feito intencionalmente pode trazer sucesso. Ambos os países implementaram a estratégia dos pequenos grupos e em alguns lugares os frutos foram dados pelo Senhor. Por exemplo, na Espanha tiveram mais de 500 batismo dentro de um período de sete meses.

RAN: As matrículas estão crescendo tanto na Universidade Adventista de Saleve [na França] e em Friedensau [Universidade Adventista na Alemanha]. O que contribui para esse progresso?

Vertallier: Demos crédito ao nosso Senhor por este bom resultado. Os programas bilíngües em Friedensau e uma nova equipe dinâmica em Saleve podem ser parte da resposta. No próximo ano veremos se a tendência acelera e analisaremos as razões com dados mais claros.

RAN: Alguns dirigentes da Igreja dizem que a Igreja na sua região parece não ter sido afetada pelo declínio econômico global tanto como em algumas outras áreas. Por que pensa que isto se dá?

Vertallier: A Europa tem uma longa tradição de poupar. Isto não significa que não temos nenhum problema nos nossos países. Alguns foram afetados mais do que outros. O desemprego não afetou os nossos membros de Igreja do mesmo modo como na sociedade em geral. O alto nível educacional da nossa gente pode ter protegido muitos deles na manutenção dos seus empregos. A fidelidade em apoiar a Igreja é também um milagre do nosso Deus.

RAN: O irmão mencionou antes que houve um aumento em voluntarismo de parte da juventude. O que o faz pensar que despertou esse interesse?

Vertallier: Ainda precisamos de mais voluntários mas é muito alentador ver que tantos querem ter uma experiência com o Senhor no serviço à Igreja aqui ou no ultramar. Eles nunca verão a
Igreja do modo como costumavam vê-la antes. A Igreja se tornará mais significativa para eles e a experiência será um grande adicional a suas vidas.

Ansel Oliver/ANN

quarta-feira, novembro 05, 2008

Nisto Cremos: O Crescimento da Igreja

Na página 285, do livro Nisto Cremos, um subtítulo interessante chama a atenção: O Crescimento da Igreja. O assunto do contexto? Dons espirituais.

"Na terceira e última exposição que Paulo faz dos dons, insiste em que os crentes andem de modo digno da vocação a que fostes chamados, com toda humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor, esforçando-vos diligentemente por preservar a unidade do Espírito no vínculo da paz” (Efés. 4:1-3).


Os dons espirituais contribuem para acalentar a unidade que leva ao crescimento da Igreja. Cada um dos crentes recebeu “graça... segundo a proporção do dom de Cristo” (verso 7).

O próprio Cristo “concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres, com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do Seu serviço, para a edificação do corpo de Cristo, até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo” (versos 11-13).

Aqueles que recebem os dons espirituais devem servir especialmente o grupo de crentes, treinando-os para os vários tipos de ministérios, de acordo com os dons recebidos. Isso faz a Igreja amadurecer, levando-a à plena estatura de Cristo.

Esses ministérios incrementam a estabilidade espiritual da Igreja, fortalecendo suas defesas contra as falsas doutrinas, de modo que os crentes não mais são como meninos, “agitados de um lado para outro e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro. Mas, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo nAquele que é o cabeça, Cristo” (versos 14 e 15).

Finalmente, em Cristo, os dons espirituais desenvolvem a unidade e prosperidade da Igreja. “De quem [Cristo] todo o corpo, bem ajustado e consolidado pelo auxílio de toda junta, segundo a justa cooperação de cada parte, efetua o seu próprio aumento para a edificação de si mesmo em amor” (verso 16).

Para que a Igreja possa experimentar o crescimento almejado por Deus, cada membro deve usar os dons da graça que Ele supre. Como resultado, a Igreja vive um duplo crescimento – em número de membros e no incremento dos dons individuais. Uma vez mais, o amor faz parte do chamado, pois a Igreja consegue alcançar essa edificação e crescimento tãosomente quando utiliza os dons em amor.

sexta-feira, outubro 17, 2008

Mais de 1 Milhão de Novos Membros

Pelo quinto ano consecutivo a Igreja Adventista recebe mais de um milhão de novos membros, de acordo com o relatório estatístico anual.

Em média 2.800 pessoas se juntaram à Igreja por dia, fazendo o número total de membros chegar em 15.780.719. Um adventista para cada 425 pessoas no planeta. Em 1980, a relação era de um para cada 1.268.

Os números deste ano refletem uma auditoria da Divisão Sul Americana que resultou num declínio de mais de 300 mil membros. Entre 2003 e 2005, a Divisão Southern Asia-Pacific também perdeu 400.000 membros em auditorias. Matthew Bediako espera que outras duas regiões do mundo conduzam auditorias similares.

Os padrões de crescimento da igreja indicam que a maior parte do crescimento aconteceu em sociedades não-ocidentais. Cerca de 89 por cento ocorreu em seis das 13 regiões do mundo: América do Sul, América Central, East-Central Africa, South Africa-Indian Ocean, Southern Asia e Southern Asia-Pacific. A África e a América Latina são os continentes onde residem cerca de 70% dos membros da igreja. Ainda, 18% residem na Ásia, 7% na América do Norte e 5% na Europa e Oceania.

Mais de 2.800 missionários voluntários têm servido nas diferentes regiões do mundo.

Dados extraídos da Adventist News Network.

sexta-feira, outubro 10, 2008

Uma Cultura Adventista de Inovação

A palavra "inovação" ainda é recebida com um certo preconceito no meio adventista. Portanto, eis aqui uma notícia de uma iniciativa das mais interessantes e inovadoras.


Raj Attiken deseja idéias. Quanto mais fora do convencional, melhor. O líder adventista do sétimo dia em Ohio está apelando a uma "cultura de inovação" dentro da Igreja que incentive e aplauda formas relevantes e eficazes de promover cultos e trabalho evangelístico.


Attiken se preocupa de que quando os membros se tornam "tão absorvidos em preservar a tradição e proteger a verdade" podem facilmente "avançar mais e mais para a inação e irrelevância". Attiken e a Igreja em Ohio mantêm um grupo de pessoas e organizações, intitulado Parceiros na Inovação -- que propicia apoio e recursos para inovadores.

Attiken declara que os inovadores "muitas vezes terminam saindo
da Igreja Adventista porque crêem que não podem correr riscos".

Quando a Igreja não é um "lugar seguro para se correr riscos para Deus" torna-se "desgastada e estagnada", diz ele, algo que espera que a conferência ajude a mudar. "Você não devia sentir que precisa sair da Igreja para tentar algo ousado para Deus". As metas da conferência são "os membros desejosos de esticar seus pescoços" e que representam menos de 2,5 por cento da Igreja, diz Attiken, apoiando a teoria de Difusão de Inovações.


"Não esperamos que todos venham a bordo de imediato, e isso está bem", ele diz. "Mas não podemos nos conformar em só fazer o que sempre temos feito". É isso que membros da Igreja Adventista de Madison, no Tennessee, concluiu em 2006 quando decidiram manter suas portas abertas sete dias da semana, não apenas por umas poucas horas no sábado. Começaram a oferecer à comunidade de Madison apoio para saúde, aulas de inglês como segunda língua, e um programa "Adote um Avô", e festas de aniversário para crianças locais de orfanatos, entre outros projetos.


Attiken não está querendo promover uma forma irreconhecível de adventismo, nem deseja alienar membros mais tradicionalistas.

"O adventismo é suficientemente forte e dinâmico para todos. Não temos todos que ser inovadores, mas tampouco devemos sufocar nossos inovadores". "Temos que nos lembrar que toda idéia tradicional foi outrora uma inovação",
declara Dave Gemmel, diretor-associado do CRC.



Para ter mais informações e registro na Conferência Sobre Inovação, visite www.sdapartnersininnovation.org.


3 de outubro de 2008, Mount Vernon, Ohio, Estados Unidos, Elizabeth Lechleitner/ANN

quinta-feira, outubro 09, 2008

Violência Contra Adventistas na Índia

Dirigentes da Igreja Adventista do Sétimo Dia na Índia relataram que pelo menos 27 adventistas foram mortos em vista da brutalidade anticristã que se desenvolveu na região oriental indiana de Orissa, no final de agosto. Tais líderes disseram que ocorrem ainda distúrbios violentos na área, a despeito de forças policiais patrulharem o Estado.

Choudampalli John, presidente da Igreja Adventista no oriente da Índia, relatou que não teve permissão de entrar nas áreas onde ocorreu a violência extremista. John também disse que alguns adventistas ainda estão em esconderijos nas selvas por temerem retribuição de outros refugiados em acampamentos do governo.

Outros líderes fizeram comentários sobre a gravidade da situação. Paka Jesurathnam, dirigente adventista em Orissa, relatou que milhares de casas e três dúzias de templos adventistas foram possivelmente destruídos ou vandalizados. "Avaliar a real perda de vidas e propriedades ... residências e locais de culto é impossível exatamente agora", declarou Jesurathnam. "Ouvir ... relatos pessoas fazem nossos nervos doerem e nosso sangue secar".

O Primeiro Ministro da Índia condenou a violência chamando-a uma "desgraça nacional", segundo reportagem publicada. Possivelmente, segundo se calcula, uns 50.000 cristãos da região de Kandhamal, no Estado de Orissa, estão espalhados pelos sete acampamentos de refugiados dirigidos pelo governo e pela selva circundante, relatou a agência noticiosa Ecumenical News International.

Extremistas hindus foram acusados de decapitar um pastor adventista em agosto. Samuel Naik, pastor da Igreja Adventista de Phulwani, e sua mãe foram mortos durante a violência anticristã que dominou aquela região da Índia. Dirigentes da Igreja relataram que a esposa de Naik, que anteriormente se noticiou como tendo cometido suicídio, está ainda viva. A onda de violência ocorreu após atacantes não-identificados matarem um líder religioso hindu e quatro outras pessoas. Os hindus estão acusando os cristãos pelas mortes, enquanto o governo indiano atribui o ocorrido a rebeldes maoístas.

29 de setembro de 2008, Orissa, Índia, Megan Brauner/ANN

Veja fotos impressionantes da perseguição na Índia.

quarta-feira, julho 30, 2008

O Crescimento no Deserto


É uma terra de sol, areia, camelos e palmeiras, como alguém imaginaria os desertos da Arábia. Mas os Emirados Árabes Unidos trazem muitas surpresas: uma infra-estrutura moderna, arranha-céus de vidro, BMWs e xeiques que sabiamente permitem que os cristãos pratiquem a sua fé.

Vim ensinar inglês em 1997, esperando encontrar uma meia dúzia de adventistas e algum lugar conveniente onde pudesse adorar a Deus. Ao invés disso, encontrei shoppings, rodovias, parques e gente de todos os lugares do mundo: árabes, iranianos, indianos, ingleses, americanos e muitos outros.

Para a minha surpresa, passando por um website de Dubai, descobri uma lista de denominações cristãs, incluindo a Igreja Adventista do Sétimo Dia. Liguei para o pastor Steve Brown, que me informou sobre a presença de cerca de 100 adventistas.

Rica em nacionalidades a Igreja Adventista se reúne em um prédio onde outras denominações também têm o seu culto. O pastor, originalmente da Jamaica, tem um estilo animado de pregar. O local é simples, com a presença de um púlpito pequeno um piano antigo e cadeiras que são empilhadas semanalmente. No entanto, em 1995, não havia se quer uma igreja adventista lá.

Nos anos 1980, uma indiana adventista, Esther Gallyot, e sua filha Pam, faziam o culto em seu apartamento, quando, um dia, um colega de trabalho a convidou para beber café no intervalo. Ao revelar ser uma adventista, descobriu que a irmã dele também era.

Patrick Kumar e sua irmã passaram a fazer o culto de sexta à noite juntos com Esther e Pam. E a mesma coisa no sábado pela manhã. Na mesma época, Esther ficou sabendo de um grupo de enfermeiras filipinas que também tinham o seu pequeno grupo. Então apareceu Gloria, que estava chegando no país para dar aulas em escolas do governo, cujo esposo, Reef, era adventista.

Em 1987, os 30 adventistas que se reuniam no apartamento de Esther formaram o primeiro pequeno grupo organizado dos Emirados, pela Middle East Union. Em 1989, o grupo tornou-se uma igreja organizada e continuou se desenvolvendo até a chegada do atual pastor Brown.

A igreja, promove vários ministérios, incluindo um ativo ministério da música. O coral da igreja tem sido convidado a participar nos shoppings e convenções com músicas natalinas. O departamento de assistência social também tem sido ativo em enviar roupas e comida para lugares como Kosovo e Sudão.

Além das dificuldades naturais para o crescimento, uma nova lei que força todas as escolas a observarem o final de semana de quinta e sexta-feira tem sido mais um empecilho. Apesar disso, os membros continuam confiantes em relação ao futuro, ao se defrontarem com uma tarefa desafiadora: crescer como indivíduos e como comunidade de adventistas, e suprir as necessidades de cristãos e muçulmanos.

Leia o artigo de Scott Sutton na íntegra, aqui.

sexta-feira, abril 11, 2008

Que a Comunidade Seja o Púlpito

Não confinem a espiritualidade aos bancos da igreja, disse o presidente mundial da Igreja Adventista, Jan Paulsen, a um grupo de dirigentes denominacionais ontem durante comentários que visavam a inspirar mais envolvimento comunitário deliberado pelos adventistas que -- a despeito de recentes ligeiras melhorias -- ainda têm pouca atuação além do púlpito, segundo oficiais da Igreja.

A conduta dos membros da Igreja dentro da comunidade é uma "confirmação ou negação de nossa fé", declarou Paulsen, acrescentando que "o silêncio pode ser uma falha de mesma proporção quanto a se falar palavras erradas".

"A fé que possuímos não é mais bem explicada por acadêmicos ou teólogos. Nossa fé encontra sua expressão mais vigorosa nas palavras e ações do dia-a-dia dos crentes em suas comunidades", comentou Paulsen. "Desejamos que o público nos conheça", ele disse."Há momentos em que você deve dar um passo atrás e considerar como a sua vida é percebida pelos olhos de alguém que não compartilha a sua fé", disse Paulsen.

"Como deseja que seja a percepção de tal pessoa?", ele perguntou, sugerindo várias características que os adventistas deveriam buscar manter -- entre elas compaixão, tolerância, respeito e generosidade.

Ele citou esforços da Igreja em promover liberdade religiosa por todo o mundo, e acrescentou: "desejo que o público pense nos adventistas como os mais fortes defensores da liberdade -- liberdade para pensar, liberdade para manter convicções e liberdade de comunicá-las".Das convicções mantidas pelos adventistas, Paulsen declarou que o compromisso da Igreja com educação e viver saudável são as duas formas em que os adventistas podem influenciar a esfera pública por oferecer algo relevante, antes que algo que causa divisões.

Durante a discussão que se seguiu aos comentários de Paulsen, outros dirigentes da Igreja fizeram observações semelhantes. "Tem havido ocasiões no passado em que a única ocasião em que o público nos via era quando estávamos pedindo donativos ou tentando convertê-los", disse Gary Krause, diretor do Escritório da Missão Adventista. "Penso que devemos sempre ter essa ambição de conduzir as pessoas a Jesus, mas a menos que estas percebam que nos preocupamos com o seu bem-estar mesmo que nunca se decidam tornar-se adventistas, nunca seremos vistos como uma Igreja que revela tal interesse pelas pessoas".

"Desejo que os adventistas sejam conhecidos como pessoas honestas que ensinam e praticam a moralidade, pessoas com os mais elevados padrões éticos, pessoas que falam contra a ambição e contra atitudes manipuladoras que causam tanto mal à sociedade", acrescentou ele.

March 28, 2008 Silver Spring, Maryland, United StatesElizabeth Lechleitner/ANN

Planejamento Inteligente e Objetivo

A fim de fazer frente à missão inconclusa da Igreja Adventista do Sétimo Dia, oficiais denominacionais votaram ontem no Concílio de Primavera, desenvolver planos criativos e financeiramente responsáveis para alcançar povos e grupos não atingidos em seus respectivos territórios.

Os delegados do Concílio de Primavera refletiram num relatório de 6 de abril sobre o "espantoso" escopo do trabalho que espera a Igreja. Desde que a denominação estabeleceu o que agora e conhecido como Escritório de Missão Adventista, os adventistas estão operando em 19 novos países. Contudo, a Igreja não tem qualquer trabalho organizado em 26 nações, incluindo o Afeganistão e a Somália.

Em 2006, enquanto a população mundial -- agora com 6,5 bilhões de pessoas -- cresceu em 95 milhões, apenas 1 milhão de pessoas se uniu à Igreja Adventista do Sétimo Dia. E há 2,1 bilhões de pessoas mais que não foram alcançadas no mundo hoje do que em 1990, quando foi organizada a Missão Global.

"Nosso Deus se especializa em realizar o impossível", declarou Homer Trecartin, diretor de planejamento para o Escritório Adventista de Missões, a nível mundial. Trecartin citou dezenas de estatísticas "animadoras" -- nas últimas duas décadas, por exemplo, a população adventista no Cambodia subiu de zero para 8.000, e aproximadamente um de cada 12 jamaicanos é um adventista.Contudo, os dados na Arábia Saudita são muito menos encorajadores, disse Trecartin, sugerindo que enquanto pessoas com cosmovisão cristã têm historicamente achado o adventismo relevante, a Igreja deve realizar um trabalho muito melhor nos contatos com muçulmanos, judeus, budistas, hindus e outros grupos confessionais com diferentes pontos de referência, disse ele.

Talvez fazer amizade com vizinhos e colegas de trabalho de diferentes fés fosse tão crucial quanto enviar missionários para países em grande medida não-alcançados, disse ele fazendo referência a estatísticas que indicam que quase 80 por cento dos hindus na América do Norte "não conhecem um só cristão a quem possam considerar um amigo".

Tal iniciativa local poderia ter a mesma eficácia, declarou Trecartin, e "mais muçulmanos vivem nos Reino Unido do que no Kuait"."Se não conseguimos conhecê-los onde vivemos, como jamais poderemos levar [a mensagem da Igreja] para os países dos quais procedem," ele indaga. "Precisamos desesperadamente fazer mais nas regiões difíceis, mas como podemos esperar ser eficazes se ainda estamos tropeçando nos lugares seguros?"Os meios de comunicação, como a Rádio Mundial Adventista, sobre a qual a Igreja depende para alcançar locais difíceis, não pode relaxar os seus esforços mais do que qualquer membro da Igreja, limitando-se a círculos sobretudo cristãos, declarou Trecartin. A programação da RMA está disponível em 70 das 13.540 línguas do mundo.

Outros empenhos evangelísticos de demais rádios adventistas trazem o total para 108, mas "para 95 por cento das línguas mundiais, temos que esperar que aqueles que as falam também falem outras línguas. Se não for assim, não os estamos alcançando", ele disse.Semelhantemente, somente um décimo de um por cento dos principais grupos lingüísticos no mundo possui uma Bíblia eu sua língua. "Se somos o povo da Bíblia, o que estamos fazendo?" pergunta Trecartin.
"Não estamos falando sobre pessoas analfabetas aqui; estamos falando sobre pessoas que lêem e escrevem, mas não possuem senão uma porção da Bíblia em suas línguas. Se não puderem ler noutra língua, não podemos compartilhar a Palavra de Deus com tais pessoas".

Mark Finley, um dos vice-presidentes da Igreja, disse que a despeito de algumas estatísticas desanimadoras, os adventistas não devem chegar à conclusão de que a conclusão da obra da Igreja é impossível ou apenas redobrar os esforços superará o desafio? "a primeira [reação] nos leva ao desespero; a segunda nos leva à exaustão física, emocional e espiritual".

Antes, o relatório deveria despertar "reflexão mais cuidadosa, objetiva e estratégica" entre os dirigentes da Igreja. Finley também sugeriu que um reenfoque sobre Deus e missão conduziria os líderes da Igreja a "reajustar as finanças e renovar a prioridade da Igreja sobre missão".

Delbert W. Baker, reitor da Universidade Oakwood, em Huntsville, Alabama, mais tarde disse que estava grato de que os oficiais da Igreja estavam encarando o desafio de missões. "É fácil se empenhar nos negócios da Igreja", disse ele, "mas creio que as missões representam o seu coração. Fomos confrontados com a impossibilidade da tarefa e ao mesmo tempo, a necessidade de encontrar alguma maneira -- numa forma criativa -- de fazer frente a esse imenso objetivo".

O ponto fundamental, declarou Michael L. Ryan, um dos vice-presidentes da Igreja, "é que amanhã quando sairmos desta reunião, temos o mundo todo ao qual testemunhar".

April 8, 2008 Berrien Springs, Michigan, United StatesElizabeth Lechleitner/ANN

sexta-feira, dezembro 07, 2007

Igreja Adventista na Coréia do Sul celebra uma década

No dia 1º de novembro, a Igreja Adventista na região da Ásia-Pacífico Norte comemorou o seu 10º aniversário com uma solenidade realizada na sede regional em Gyeonggi-do, Goyang Ilsan, na Coréia. “O objetivo de se criar a região da Ásia-Pacífico Norte foi promover meios mais eficazes para alcançar os 1,55 milhão de habitantes no Nordeste da Ásia”, declarou o presidente da Igreja, Jairyong Lee.

O território atual dessa região compreende o Japão, a Mongólia e a China – inclusive Hong Kong e Macao, como Regiões Administrativas Especiais – Coréia do Norte, e Coréia do Sul. A mensagem adventista foi levada pela primeira vez à região em 1888, quando Abram La Rue, com 66 anos, viajou da Califórnia até lá para distribuir a literatura adventista na China e no Japão. A administração anterior da região Pacífico-Asiática tinha sua sede em Singapura.

Atualmente, mais de 562 mil adventistas reúnem-se em mais de 1.780 igrejas na região da Ásia-Pacífico Norte.

Holanda: O crescimento da Igreja adapta-se a um país multicultural

O número de adventistas na Holanda aumentou cinco por cento durante os últimos cinco anos, mais em batismos que pela imigração.

Durante as reuniões da comissão executiva, os líderes da Igreja Adventista aprovaram um documento sobre a unidade e a diversidade da Igreja na Holanda. O documento apresenta diretrizes para promover um diálogo construtivo em meio à diversidade de tantos pontos teológicos e éticos. “Os cinco mil adventistas na Holanda estão se tornando uma comunidade cada vez mais multicultural e multiétnica”, declarou o presidente da Igreja, que está sendo chamado para outro local, pastor Reinder Bruinsma.

A liderança da Igreja tem advogado uma abordagem proativa para atender aos desafios e tem reconhecido as grandes possibilidades de crescimento entre os indígenas e imigrantes já integrados. Um pastor em Hague, Wim Altink, foi eleito o presidente em substituição a Bruinsma.

quarta-feira, novembro 14, 2007

Meios de Comunicação e treinamento são a chave para o crescimento da Igreja

Silver Spring, Maryland, EUA... [ASN] Segundo informa o relatório apresentado no dia 13 de outubro, na sede mundial da Igreja, em Silver Spring, Maryland, EUA, os adventistas voluntários, pastores, profissionais da área médica, colportores (evangelistas que divulgam a literatura publicada pela Igreja), estão falando ao mundo a respeito de Jesus por meio das casas editoras, Internet, rádio e televisão.

Nesse relatório sobre a iniciativa “Diga ao Mundo”, os líderes informaram como um planejamento cuidadoso, oração e treinamento dos fiéis tornam-se a chave para pregar a mensagem.

“A missão não é apenas um departamento, é um estilo de vida”, disse o secretário associado da Associação Ministerial da sede mundial da Igreja, pastor Jonas Arrais. “Assim, todos poderiam e deveriam envolver-se no evangelismo”.

Esse foi o alvo quando a igreja reformulou sua visão para alcançar outros com a iniciativa “Diga Ao Mundo”, em 2005. A Igreja Adventista agora está mantendo seu foco no desenvolvimento das sete áreas do ministério.
Essas áreas abrangem: crescimento espiritual, envolvimento comunitário, testemunho pessoal, evangelismo nas cidades, implantação de novas igrejas, programas evangelísticos e ministério da mídia.

“A tendência mais significativa na mídia é a convergência dos meios”, disse o presidente da Rádio Mundial Adventista, Ben Schoun. Isso se vê refletido na igreja onde a promoção cruzada entre a literatura, televisão e Internet está em operação.


Os métodos diferem em todo o mundo. Schoun falou ainda a respeito de um ministério do rádio, utilizando a bicicleta, que é responsável por 6.400 batismos na Índia. Sem dúvida, o toque pessoal e as formas já testadas têm provado serem eficazes em alcançar as pessoas também, afirmaram alguns líderes.

Finalmente, um dos vice-presidentes da Igreja mundial, pastor Mark Finley, informou que embora a Igreja já tenha 65 mil congregações, está empenhada em agregar mais de 20 mil novas igrejas no período de 2005 a 2010.

Os relatórios da iniciativa “Diga ao Mundo” podem ser acessados no endereço:
http://news.adventist.org/specials/2007/annual-council/index.html. [Equipe ASN/ANN - Taashi Rowe]

Líder sul-americano desafia Igreja a envolver-se com a Missão Global

Brasília, DF... [ASN] No dia 7 de novembro, durante as reuniões da Comissão Diretiva da Igreja Adventista para a América do Sul, o líder sul-americano, pastor Erton Köhler fez um desafio para toda a igreja.

Segundo ele, “temos grandes cidades com mais de um milhão de habitantes nas quais precisamos avançar e crescer na proclamação do evangelho”. Além disso, existem no território sul-americano centenas de pequenos municípios que ainda não foram alcançados.

A liderança da Igreja sinalizou que os desafios na área de Missão Global, daqui para frente, são: mapeamento da situação em cada cidade; preparação de um projeto para conquista dos municípios ou grupos populacionais sem presença adventista; que cada instituição da Igreja adote uma prioridade de Missão Global; desenvolvimento de projetos mais agressivos para as grandes cidades.

“Temos que sonhar com atividades mais agressivas e criar estratégias para alcançar as grandes cidades” afirmou o pastor Köhler.

quarta-feira, outubro 17, 2007

A Igreja Experimenta o Mais Alto Crescimento de Membros

Durante o seu relatório anual, o secretário da Igreja Adventista a nível mundial, Matthew A. Bediako, declarou que o crescimento positivo da Igreja não deveria seduzir os membros da Igreja à complacência. "Este é tempo para estarmos mais alertas e ativos do que nunca", ele disse perante os delegados ao Concílio Anual, em 14 de outubro

Bert Haloviak, que dirige o Escritório de Arquivos e Estatísticas da denominação, declarou que o índice de crescimento deste ano--4,62 por cento--é o mais elevado desde o anos 2002/03, quando a Igreja começou a fazer auditoria nos registros de membros.Cada adventistas do sétimo dia--que cultua a Deus do Azerbaijão à Nova Zelândia--faz companhia agora a 15.443.470 membros de uma denominação protestante global, disse o secretário mundial da Igreja Adventista, Matthew A. Bediako, a 300 delegados ao reunidos na sede da Igreja para o seu Concílio Anual, em 14 de outubro.

Mais de 1 milhão desses membros uniram-se à Igreja Adventista do Sétimo Dia entre julho de 2006 e junho de 2007, tornando esse o quinto consecutivo a apresentar essa resposta mensurável à mensagem adventista, declarou Bediako.

Oficiais da Igreja estimam que quase 3.000 pessoas unem-se à Igreja cada dia, significando que há agora um adventista para cada 429 pessoas ao redor do globo.

Desde que os oficiais da Igreja solicitaram uma detalhada auditoria por cada uma das 13 regiões administrativas mundiais da Igreja no ano 2.000, a perda de membros tem afetado o crescimento da Igreja. Para cada 100 novos membros, em 2006, a Igreja perdeu 45, relatou Bediako. Revertendo a desanimadora tendência de retenção de membros, o índice de retenção deste ano é uma "salutar" média de 76 por cento, disse Bediako. "Para cada 100 membros que se unem à Igreja este ano, 24, em vez de 45, preferem abandoná-la--"uma mudança admirável", comentou. Uma vez seja calculada a proporção de ganhos e perdas, a Igreja Adventista teve um crescimento líquido de 681.448 membros.

"Não podemos cantar a doxologia até que eliminemos de nossos gráficos a coluna de 'perdidos e ausentes'", falou ele aos delegados.

. Entre um número de programas e iniciativas apresentadas durante o relatório do secretário destacou-se His Hands [Suas Mãos]. Sob esse programa--essencialmente uma troca de missionários--as igrejas participantes escolhem um projeto missionário e selecionam um membro da igreja para servir ali como missionário. Em retorno, eles recebem voluntários de tempo integral de His Hands para ajudar em suas congregações. Desde o seu lançamento no Concílio Anual do ano passado, His Hands tem resultado num significativo número de batismos, disse Vernon Parmenter, diretor do Centro de Voluntarismo Adventista.

domingo, agosto 26, 2007

Problemas de um Outro Reino

Creative Ministry realizou um estudo que toca em um assunto bastante controverso, mas também bastante importante.

Somente 7% das igrejas adventistas americanas estão envolvidas em projetos comunitários ou sociais. Esse número é muito menor do que a porcentagem das demais igrejas nos Estados Unidos.

Cristãos teologicamente conservadores tendem a acreditar na assistência social ativa mediante disastres, fome e pobreza, mas sentem que os esforços para mudar as estruturas sociais que mantem esses problemas não fazem parte da missão de Cristo.

Considerando a história do movimento adventista, no entanto, é difícil explicar os resultados. Os pioneiros eram ativistas sociais profundamente envolvidos na defesa da abolição da escravatura e o movimento de temperança. Ellen White escreveu sobre a ajuda a desempregados, a proibição ao álcool, a oração pelos doentes, sem mencionar a exortação aos jovens para que não participassem da Guerra Civil.


Parte da explicação para essa mudança com o tempo, segundo as conclusões do estudo, é a predominância da classe média na Igreja, nos Estados Unidos. A classe média tende a preferir uma religião que evita assuntos públicos controversos.

Outra explicação é o fato de que os adventistas não foram bem sucedidos em comunicar quais os assuntos que são a favor e quais são contra.

O Manual da Igreja, curiosamente, inclui na lista de 14 padrões para a igreja, um que tem a ver com a justiça social (pág. 173).

Reflita com a sua igreja:

1. A sua igreja tem se envolvido em um projeto comunitário ou que envolva algum assunto social?

2. Quais problemas da comunidade hoje deveriam ser estudados à luz dos ensinamentos bíblicos?


3. Se a igreja for uma fonte moral na comunidade, em quais assuntos deveríamos nos posicionar?